quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Famílias contemporâneas

O número de famílias chefiadas por mulheres cresceu no Brasil. Essa é a estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada na última quarta-feira (17), após análise das informações colhidas com as famílias brasileiras. O estudo levou em consideração a classe social e econômica de lares de diversas regiões do país no período de 2000 a 2010.

A pesquisa revela o aumento do número de mulheres solteiras com filhos, e de casais sem filhos. Também menciona que as mulheres têm chefiado mais famílias mesmo quando possuem marido.

Baseado nos dados da pesquisa, a estudante Ana Luiza Barros, 20 anos, é um exemplo da nova configuração familiar. Ela diz que foi criada pela avó materna e que se tornou mãe aos 19. A mãe e avó também se tornaram mães precocemente. “Minha mãe se casou novamente e preferi continuar morando com minha avó, com quem sempre vivi. Mas a minha relação com a minha mãe é amigável, só não quis conviver com o meu padrasto”, relata.

Segundo o IBGE, esse avanço se deve a uma mudança de valores relativos ao papel da mulher na sociedade. Isso se deve ao ingresso maciço no mercado de trabalho e no ensino superior, combinados com a opção de priorizar a profissão em relação à maternidade.

A recepcionista Claudia Aguiar, 21 anos, conta que em virtude da morte do seu pai, há 12 anos, sua mãe passou a ser a chefe de família. Atualmente, ela mora em Belo Horizonte, onde parte da sua família reside. Mas confessa que ainda precisa da ajuda da mãe para se manter.

Bruno Fonseca, estudante, 18 anos, faz parte de uma família considerada tradicional. Ele mora com o irmão, a mãe e o pai na mesma casa, mas afirma que desde os 15 se considera independente financeiramente. “Na minha casa o chefe é o meu pai e vivemos bem assim. Mesmo tendo uma boa estrutura familiar, pretendo morar sozinho em breve”, disse.


Autores: Filipe Diniz, Robson Rodrigues, Felipe Brito, Larissa Alves, Camila Vasseur e Paula Rabelo.

Quem são os donos da mídia?

Após análise do trabalho elaborado pelo jornalista Daniel Herz, na década de 1980, e aprimorado pela estudante de jornalismo Célia Standnik, em 1994, sobre a grande liberação de outorgas de rádio e TV promovida pelo governo José Sarney (1985–1990), surge o projeto “Donos da Mídia” que foi publicado pelo Instituto de Estudos e Pesquisas em Comunicação (Epcom) em 2002. A proposta aborda o quadro da comunicação brasileira, com informações consistentes sobre este panorama que, atualmente, consta com 41 grupos nacionais e 142 regionais que controlam 9.477 veículos de comunicação.

O “Donos da Mídia” é um projeto desenvolvido para determinar a concentração dos veículos de comunicação no Brasil. Ele reúne dados públicos e informações fornecidas pelos próprios grupos midiáticos brasileiros com o objetivo de montar um panorama completo dos meios de comunicação social. Dentre as informações, estão os tipos de veículos, como emissoras e retransmissoras de TV; rádios AM, FM, comunitária; operadoras de TV a cabo; canais de TV por assinatura; além dos produtos impressos em circulação pelo país.

Em conformidade com o plano, os dez grupos que detêm maior controle da mídia no Brasil são, respectivamente, o Grupo Abril (São Paulo/SP), com 74 veículos; Organizações Globo (Rio de Janeiro/RJ), 69 veículos; Rede Brasil Sul de Comunicação (Porto Alegre/RS), 57 veículos; Grupo Bandeirantes de Comunicação (São Paulo/SP), 47 veículos; Governo Federal Brasileiro - EBC (Brasília/DF), 46 veículos; Igreja Universal do Reino de Deus (São Paulo/SP), 27 veículos; Organização Jaime Câmara (Goiânia/GO), 24 veículos; Sistema Mirante (São Luís/MA), 22 veículos; Diário dos Associados (Brasília/DF), 19 veículos; e Organizações Rômulo Maiorana (Belém/PA), com 15 veículos.

Por outro lado, no Brasil, mesmo com a proibição de políticos possuírem concessões públicas, atualmente, a categoria é considerada majoritária no que tange ao domínio dos meios de comunicação de massa, sendo Antônio Carlos Martins de Bulhões (PMDB-SP), com sete veículos; José Carlos de Souza (PMDB-SP), Wellington Salgado de Oliveira (PMDB-MG), Roberto Coelho Rocha (PSDB-MA), Francisco Pereira Lima (PL-MA), Elcione Therezinha Zahluth Barbalho (PMDB-PA) e José Antônio Bruno (DEM-SP), com cinco veículos cada; Fernando Affonso Collor de Mello (PRTB-AL), Inocêncio Gomes de Oliveira (PL-PE) e José Agripino Maia (DEM-RN), com quatro veículos cada.

Em relação ao prazo de concessões para funcionamento, TV é por 15 anos e rádio dez. Há canais que veiculam publicidade em tempo integral, sendo que o limite comercial autorizado é de 25 por cento. Ressalta-se que por falta de transparência pública do governo federal e de fiscalização da Anatel juntamente com o Ministério das Comunicações, algumas emissoras em operação não renovaram suas licenças há mais de 20 anos.

Em 1988, o Brasil inseriu um capítulo sobre Comunicação Social em sua Constituição em conseqüência da luta pela democratização da comunicação, impulsionada na década de 70. Contudo, nos dias atuais, já não é suficiente ter liberdade de expressão e acesso às fontes de informações. É preciso lutar contra as diferenças econômicas, sociais e políticas. Para tanto, faz-se necessário entender a comunicação como um direito fundamental que pressupõe, dentre outras peculiaridades, a igualdade de acesso aos meios de produção e veiculação da informação. Tal ação garantirá aos cidadãos acesso à informação, bem como à diversidade cultural em prol de contribuição na formação crítica dos receptores, além de estimular a participação popular no que se refere à discussão de novas políticas públicas para a comunicação.

Matéria: Filipe Diniz

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Skinheads atacam na Savassi

Dois rapazes foram agredidos por uma dupla de skinheads, na madrugada do último sábado (27), no cruzamento da avenida Cristóvão Colombo esquina da rua Antônio de Albuquerque, região Centro-Sul de Belo Horizonte. A agressão aconteceu quando os dois amigos se despediam com um abraço.

As vítimas foram surpreendidas com socos e pontapés quando voltavam de um show musical. Ao pedirem ajuda à Guarda Municipal, próxima ao local, os agentes negaram socorro. “Não podemos fazer nada, ligue para o 190”, informou um dos guardas. Mas, ao ligarem, o atendente disse para irem diretamente ao Hospital do Pronto-Socorro João XXIII. Chegando lá, os policiais informaram que não poderiam fazer nada para ajudá-los. “A ocorrência deve ser feita na Delegacia Seccional Leste, localizada na Rua Carangola”, disse.

Um dos agredidos, que é jornalista, redigiu uma carta contando os fatos e usou as redes sociais para demonstrar sua indignação e repudia à violência e ao descaso da segurança pública.

Autores: Camila Vasseur, Filipe Brito, Filipe Diniz, Larissa Alves, Paula Rabelo e Robson Rodrigues

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Fahrenheit 11 de setembro, as verdadeiras razões

Dia 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, dois aviões se chocam contra dois dos maiores prédios do mundo, as torres gêmeas World Trade Center. Um atentado terrorista planejado pela organização Al Qaeda, liderada por Osama Bin Laden, inimigo número 1 dos norte-americanos. Cerca de 10 mil pessoas morreram. O ataque chocou o mundo, que parou em busca de informações. Revoltado, o então presidente George W. Bush iniciou uma campanha contra o terrorismo e caça de Bin Laden.

Pelo acontecido, Michael Moore, jornalista americano, começou um processo de investigação, pois os fatos ainda eram muito incertos. Levantou provas, documentos e depoimentos, que serviram de matéria-prima para a produção do documentário de sua autoria “Fahrenheit 11 de setembro” (2004). O filme aborda as causas e consequências do atentado e faz referência à posterior invasão dos EUA no Iraque. Além disso, tenta decifrar os vínculos entre as famílias do presidente George W. Bush e a de Osama Bin Laden.

Moore apresenta uma boa explicação para o episódio, o que se justifica pelo governo americano ter mantido seu exército em solo Iraquiano, sob o pretexto de que a “democracia” seria instalada no país; e pela invasão ao Afeganistão, uma busca sem fim por Osama, o qual a sua morte até hoje é motivo de dúvidas. Mas essas ações correspondem mais à proteção dos interesses das indústrias petrolíferas norte-americanas do que ao desejo de libertar os respectivos povos ou evitar potenciais ameaças. Portanto, Fahrenheit 11 de setembro, apesar do seu apelo político anti-Bush, cumpre o seu papel de noticiar e documentar esse jogo de interesses que só gerou estragos para todo o mundo.

Matéria: Filipe Diniz

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Corrupção é tema de entrevista com consultor da ONU

                                     Brasil figura entre os países mais corruptos do Mundo


O diretor do grupo de estudos contra a corrupção da Universidade de Salamanca, consultor da ONU e OEA (Organização dos Estados Americanos) para assuntos de corrupção, lavagem de dinheiro e crime organizado, Nicolás Rodríguez, esteve no Brasil para participar de uma entrevista a convite da entidade Advogados Públicos Federais.

Dentre os assuntos abordados, Rodríguez, ao ser perguntado sobre a corrupção no Brasil, reforçou a necessidade de mudanças culturais mais amplas, com os próprios partidos e eleitores expurgando os corruptos. “O combate à corrupção exige tempo e mudança de mentalidade da população,” alega.

Sobre a falta de percepção pública a respeito dos crimes de corrupção, Nicolás responde que apenas 5% dos crimes de corrupção são denunciados e somente 16% dos processos penais de corrupção terminam em condenação. “Apenas 1% dos corruptos de fato vai para a cadeia,” afirma.

Ao abordar a forte presença da corrupção no meio político, o consultor admite que os sindicatos e os partidos políticos têm participação e deveriam aplicar uma política de tolerância zero. “Se há políticos investigados é porque os próprios partidos os apoiam,” conta.

Como o mensalão, que foi a compra de apoio parlamentar durante o governo Lula, é um caso recente de corrupção no Brasil e que ganhou repercussão mundial, o especialista assegura que a condenação dos réus é altamente positiva. Segundo ele, nada adiantará se poucas pessoas forem condenadas em um universo de várias envolvidas e que deveriam ser julgadas.

Para finalizar, Nicolás Rodríguez considera o julgamento do mensalão um passo importante dado pela sociedade brasileira. A necessidade de que os atos de corrupção sejam fiscalizados e rechaçados pela população é outro assunto de destaque.
A entrevista foi cedida ao jornalista Marcelo Freitas, do Jornal Metro de Brasília, nessa última terça-feira, dia 23 de outubro de 2012.

Autores: Camila Vasseur, Filipe Brito, Filipe Diniz, Larissa Alves, Paula Rabelo e Robson Rodrigues

sábado, 20 de outubro de 2012

Virgindade tem preço?

Foto: Divulgação
Mulheres-frutas, marias-chuteiras e marias-gasolinas são exemplos de mulheres que fazem de tudo para alcançar a fama. Mas colocar a virgindade a venda em um leilão é a forma mais peculiar de se tornar uma celebridade. Impressionante o que as pessoas fazem para ter alguns minutos de popularidade.

É o caso de Catarina Migliorini, 20 anos, natural de Itapema, Santa Catarina, que irá participar de um documentário sobre leilão de virgindade, no qual registrará a sua história e os preparativos até o pleito. Dez dias após o término das apostas é o prazo que o vencedor desfrutará do seu prêmio.

Os interessados na compra da virgindade da jovem ofertam lances através do site Virgins Wanted. O caso foi tão bem planejado, que a relação acontecerá em uma viagem de avião da Austrália até os Estados Unidos, para que não haja problemas com a lei de nenhum país.

Mas ao falar sobre a decisão em participar do filme, Catarina disse que foi em um impulso. Aos 18 anos, e por ser virgem, decidiu se candidatar. Era uma oportunidade de viajar, conhecer novas culturas, fazer amigos e ganhar dinheiro.

No entanto, ao ser questionada sobre a repercussão que causaria, Migliorini declara que opiniões são subjetivas, e se é negócio ou prostituição, cada um dá o nome que quiser. “O corpo é meu, a virgindade é minha, eu sou maior de idade e responsável pelos meus atos”, afirma.

Diante desse contexto, são normais perguntas como qual é o verdadeiro papel da sociedade, dos pais, da escola e da mídia na formação dos seres humanos? Quais os princípios e valores, tanto morais quanto éticos? Como fortalecer a identidade e respeitar o pluralismo aflorado na fase jovial sem que percam os limites do bom senso?

Talvez não tenhamos as respostas para essas perguntas, contudo, não podemos deixar de aprofundar no tema e norteá-los em busca dos valores estabelecidos, tanto pela sociedade, quanto para os pretextos constitucionais. Se a finalidade é ficar famosa ou simplesmente embolsar uma quantia financeira, não sabemos, mas o que podemos afirmar, é que existem outras formas consideradas prudentes, honestas e corretas de se chegar a qualquer um desses objetivos.

Matéria: Filipe Diniz

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Jornalistas relatam experiências no mercado de trabalho

Sala de imprensa da Newton Paiva reúne ex-alunas
que se destacam na profissão

Quatro jornalistas e ex-alunas do Centro Universitário Newton Paiva foram convidadas a participar de palestra, nessa terça-feira, 16 de outubro, na Sala de Imprensa, com objetivo de contar suas experiências profissionais aos alunos e professores da instituição.
Foto: Robson Rodrigues
Raquel Rocha, repórter da Record, ressaltou a importância dos estágios para formação profissional: “Perdi a conta de quantas inscrições realizei. E foi através do programa Fuzaka, da TV Newton Paiva, que tive a oportunidade de entrevistar artistas famosos”, conta.
Já Camila Leste, repórter da Bandeirantes, disse que a função de produtora foi sua porta de entrada e discorda de quem diz que TV é só glamour. “Isto não é realidade. O trabalho é duro e às vezes até sede o repórter passa durante as reportagens de rua”, explica.
Segundo Flávia Scalzo, apresentadora da Record, afirma que o improviso é essencial para o repórter de telejornalismo. “Ele precisa ser bom de texto e ter jogo de cintura para enfrentar os imprevistos da profissão”, relata.
De acordo com Raquel Romagna, chefe de reportagem da Rede Minas, o jornalista precisa saber um pouco de tudo para ter sucesso na profissão. “É preciso estar no lugar e na hora certa , e ter conhecimento prévio de assuntos diversos, é fundamental”, enfatiza.
Durante os relatos das jornalistas convidadas, vários alunos fizeram perguntas sobre as trajetórias profissionais das palestrantes, sobre mercado de trabalho, ibope das emissoras, técnicas de reportagem, acontecimentos curiosos entre outros.

Autores: Camila Vasseur, Filipe Brito, Filipe Diniz, Larissa Alves, Paula Rabelo e Robson Rodrigues

Savassi tem horário das lojas estendido após reformas

O novo horário quer tornar forte o comércio da região


Após as obras de revitalização da praça Diogo de Vasconcelos, popularmente conhecida como praça da Savassi, cerca de 30 lojas, a maioria localizada na rua Antônio de Albuquerque, por iniciativa de empresários, moradores e lojistas passaram a funcionar até às 21 horas de segunda a sexta, e até às 18 horas aos sábados.

Mas nem todos os comerciantes aderiram ao novo horário. A falta de movimento após às 19 horas, a insegurança e as questões trabalhistas, tem dificultado a implementação do novo projeto.

Para Aline Ferreira, gerente da loja Melissa, não houve nenhuma vantagem para as vendas após experiência de duas semanas. “Não acredito que a iniciativa dará certo, pois o público que realmente compra circula pela praça até às 20 horas. Após esse horário, só os restaurantes têm mais movimento”, ressalta.

Priscila Silva, vendedora da loja Divine Escarpe, não apoia a iniciativa porque não confia na segurança, acha a iluminação insuficiente e não há vantagem devido ao aumento dos custos. “Após às 20 horas não tem policiamento e nem movimento de pessoas. Além do que teríamos o custo de mais dois funcionários para o horário estendido que ficariam à toa”, desaprova.

O gerente da loja SR Emporium, Vladimir Souza, acredita que os locais abertos são opções de compra além dos shoppings. “Quem trabalha o dia inteiro em locais fechados, se tiver alternativas, vai fazer suas compras em lojas de rua que ofereçam segurança”, explica.

Foto: Robson Rodrigues
Segundo Souza, o hábito do consumidor pode mudar e, se todos os lojistas aderirem ao novo horário, o comércio da praça da Savassi tende a melhorar. “As pessoas que moram em metrópoles buscam lugares ao ar livre para passear. Se o novo horário agradar aos empresários, talvez o comércio local volte a ser forte como antigamente”, finaliza.

Para os guardas municipais, Geraldo e Lobo, atualmente a praça da Savassi é um local seguro. “Houve um aumento de frequentadores na região e a ampliação do número de policiais militares e de guardas municipais, tem inibido os assaltos. A melhoria da iluminação trouxe maior segurança para os clientes e lojistas”, afirmam.

Já o morador da região, Alexandre Antunes, 39 anos, disse que o novo horário não foi muito divulgado. Ele acredita que a ideia só vai funcionar se todos os lojistas no entorno da praça participarem da iniciativa. Alexandre menciona que Belo Horizonte precisa de mais atrações turísticas, e a Savassi é ideal para isso. No entanto, a prefeitura precisa dar mais atenção e zelo, pois a praça ainda se encontra com vários problemas. “Fontes que não funcionam, postes que faltam parafusos de fixação, fios desencapados, lixo e pessoas dormindo nos passeios públicos são alguns exemplos. A pobreza na Savassi ainda é gritante”, reclama.



Autor: Camila Vasseur, Filipe Brito, Filipe Diniz, Larissa Alves, Paula Rabelo e Robson Rodrigues

iPhone: objeto de desejo

Com os avanços tecnológicos disponíveis no mercado, os consumidores têm dificuldades na hora da escolha de tantas ofertas de equipamentos. A cada dia novos aparelhos são lançados, e, com o bom momento econômico que o Brasil atravessa, está mais fácil adquirir produtos de última geração.

O estudante Marcus Rocha conta que possui um iPhone há algum tempo. Apesar de usar o aparelho da marca Apple, sonho de muitas pessoas, não está satisfeito. “Comprei o celular sem me informar sobre sua funcionalidade. Quando descobri que seria preciso pagar pelos aplicativos, me decepcionei. Na verdade comprei mais por status do que por necessidade”, comenta.

O vendedor Guilherme Alves tem objetivo de comprar a última versão do iPhone. Para isso, vendeu o seu atual para guardar o dinheiro quando o modelo for lançado no Brasil. “Enquanto o novo aparelho não chega, utilizo um aparelho comum, sem muitos recursos. Mas acredito que o sacrifício valerá a pena, pois em breve terei o aparelho dos meus sonhos”, declara.

iPhone


O iPhone é um smartphone desenvolvido pela Apple e possui funcões como câmera digital, tocadores de músicas, conexão à internet via wi-fi e pacote de dados 3G, mensagens de texto, comando de voz e videochamadas. A interação do usuário com o aparelho é feita através de uma tela sensível ao toque.



Autores: Camila Vasseur, Filipe Brito, Filipe Diniz, Larissa Alves, Paula Rabelo e Robson Rodrigues