sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Fahrenheit 11 de setembro, as verdadeiras razões

Dia 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos, dois aviões se chocam contra dois dos maiores prédios do mundo, as torres gêmeas World Trade Center. Um atentado terrorista planejado pela organização Al Qaeda, liderada por Osama Bin Laden, inimigo número 1 dos norte-americanos. Cerca de 10 mil pessoas morreram. O ataque chocou o mundo, que parou em busca de informações. Revoltado, o então presidente George W. Bush iniciou uma campanha contra o terrorismo e caça de Bin Laden.

Pelo acontecido, Michael Moore, jornalista americano, começou um processo de investigação, pois os fatos ainda eram muito incertos. Levantou provas, documentos e depoimentos, que serviram de matéria-prima para a produção do documentário de sua autoria “Fahrenheit 11 de setembro” (2004). O filme aborda as causas e consequências do atentado e faz referência à posterior invasão dos EUA no Iraque. Além disso, tenta decifrar os vínculos entre as famílias do presidente George W. Bush e a de Osama Bin Laden.

Moore apresenta uma boa explicação para o episódio, o que se justifica pelo governo americano ter mantido seu exército em solo Iraquiano, sob o pretexto de que a “democracia” seria instalada no país; e pela invasão ao Afeganistão, uma busca sem fim por Osama, o qual a sua morte até hoje é motivo de dúvidas. Mas essas ações correspondem mais à proteção dos interesses das indústrias petrolíferas norte-americanas do que ao desejo de libertar os respectivos povos ou evitar potenciais ameaças. Portanto, Fahrenheit 11 de setembro, apesar do seu apelo político anti-Bush, cumpre o seu papel de noticiar e documentar esse jogo de interesses que só gerou estragos para todo o mundo.

Matéria: Filipe Diniz

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